Acredito que todos aqui viram o filme Tropa de Elite. E curiosamente, todos que eu conheço que viram, me falaram muito bem. Não encontrei até hoje, ninguém que não tenha gostado.
Mas a crítica bundona brasileira resolveu tentar concorrer à uma indicação ao Oscar com o filme, “O ano em que meus pais saíram de férias.”
Filme chôcho, sem sal e sobre a mala Ditadura Militar (que ninguém se importa mais).
Alguns críticos, que não vou falar o nome (até porque não me lembro), são hipócritas e acham que o filme não teria chance de concorrer ao Oscar (Provavelmente por ser muito violento)
Vamos dar uma olhada então nos filmes estrangeiros “lights” que foram indicados ao Oscar:
• BEAUFORT: Filme de Joseph Cedar narra a retirada de um comandante e uma tropa, depois de 18 anos de ocupação israelense numa base militar no Líbano.
• MONGOL: O filme narra a história de um jovem Genghis Khan, ainda escravo, antes de se tornar um dos maiores conquistadores da História da Humanidade.
• 12: O filme do diretor Nikita Mikhalkov adapta para a Rússia a história de “12 homens e uma sentença”, de Sidney Lumet. Aqui, um júri precisa se decidir sobre a culpa de um menino chechênio.
• KATYN: O filme do diretor Andrzej Wajda relembra o Massacre de Katyn, um dos piores acontecimentos da História da Polônia, em que 22 mil pessoas podem ter sido assassinadas por ordem soviética, durante a Segunda Guerra Mundial.
• THE COUNTERFEITERS (DIE FÄLSCHER): O filme conta a história real de uma falsificação de dinheiro arquitetada pelo governo nazista durante a Segunda Guerra Mundial, com a ajuda de um prisioneiro.
Então vejamos… Comandante, base militar no Líbano, Genghis Khan o maior conquistador, Segunda Guerra Mundial, assassinatos, falsificação de dinheiro, nazismo.
É… realmente não teria lugar pro Tropa de Elite…